Seja um cristão e não um pseudo-especialista em cristandade.

No mundo de hoje, as separações entre as coisas vão cada vez mais se esvaziando. A arte se mistura com a vida, a diversão com a informação, à realidade com a informação. Assim, torna-se cada dia mais difícil distinguir o falso (fake) do real, até porque, o que é falso hoje pode ser nada mais do que a antecipação de um acontecimento futuro, em especial quando se trata do desenvolvimento da ciência. [1]

 Entre 30 de outubro e 17 de novembro de 2003, a revista Defesa da Fé entrevistou 878 estudantes de teologia (14% do sexo feminino) e descobriu que menos da metade deles (40%) já leram a Bíblia mais de uma vez. Quase igual número (38%) só a leram parcialmente, enquanto 17%, apenas uma vez.

O mais grave é que 5% dos futuros possíveis pastores nunca leram a Palavra de Deus. Os dados são alarmantes. Sem a leitura cuidadosa das Escrituras não há conhecimento, fé, convicção nem esperança para alimento próprio e para alimentar os outros. A Palavra de Deus exerce influência poderosa nas tomadas de decisão, cria uma mentalidade cristã, acomoda-se nos porões do subconsciente e forma uma bagagem de valor inestimável, pronta a aflorar de maneira natural nos momentos mais necessários. Ler a Bíblia de qualquer modo e comer salgadinhos em qualquer botequim são a mesma coisa: não alimentam nem o espírito nem o corpo! Desses estudantes, apenas 40% havia lido a Bíblia mais de uma vez, enquanto que 38% haviam lido apenas parcialmente. Esses dados mostram que até mesmo os que pensam em serem pastores não estão lendo a Bíblia.

Figuras como Sócrates, Fausto e Johannes Clímaco duvidavam das coisas fundamentais sobre a sua cultura em nome da busca de conhecimento. Mas esta pesquisa os alienava do mundo. O conhecimento é uma coisa perigosa, algo que os defensores de valores e instituições tradicionais temem. Mas, há outra perspectiva sobre este assunto que vem do Iluminismo. De acordo com este ponto de vista os seres humanos, como diz Aristóteles, por natureza, desejam saber. O conhecimento é o que nos separa dos animais. É o que faz com que os seres humanos sejam o que são. Nossa própria humanidade reside na nossa capacidade de pensar racionalmente e examinar criticamente as nossas crenças. Como o próprio Sócrates diz: “A vida não examinada não vale a pena ser vivida”. A Bíblia também ensina que devemos conhecer e prosseguir no conhecimento daquilo que pertence ou está relacionado a Deus. Devido à aquisição de conhecimento, os seres humanos têm a capacidade de remodelar seu ambiente natural, a fim de torná-lo mais favorável à vida humana. Ao longo de toda a história, os seres humanos têm se esforçado para melhorar as coisas por meio de sua capacidade de adquirir novos conhecimentos. E os cristãos também têm sido ensinados e advertidos onde e como devem buscar o conhecimento que transforma o ser humano:

 Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. (Mateus 7:24 NVI)

 Se alguém me ama, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos nele morada. (João 14:23 NVI)

 A Bíblia ao relatar o testemunho da vida de José nos mostra esta possibilidade, de um homem manter-se, sob a graça divina, íntegro, independente da idade e das circunstâncias que o envolvam. Assim como Jesus, José sempre evidenciou as virtudes próprias de um caráter forjado pela adversidade e perseverança no Senhor. Logo, o caráter abrange tudo o que pensamos, falamos e fazemos, aprendemos e vivemos. Ele revela nossa completa identidade. Por isso, sem aquele medo paralisante e disfuncional José venceu as agruras e vicissitudes, e de igual modo Cristo padeceu por nós, como um servo piedoso e temente a Deus, humilde e abnegado; Ele estava disposto a fazer sempre à vontade Daquele que lhe enviou![2]

Se você constrói a sua história em torno de algo que é difícil de distinguir ou definir como falso ou verdadeiro, você continuará a questionar tudo sem nunca encontrar um sentido razoável ou racional. E porque isso é importante? Quase todo o nosso comportamento atual segue o padrão de comportamento anterior e as situações anteriores. Como pode ser facilmente percebido, este comportamento é regido por costumes e tradições e, quando o mundo simplesmente se torna uma extensão do ser humano e de suas faculdades de cognição, então tudo se reduz a subjetividade e nada objetivo permanece. Kierkegaard acreditava que essa experiência, ainda que negativa, é importante para todos nós, e ele apontava também para um sentido cristão nisso quando parafraseava a escritura, dizendo que este processo de negação é necessário “já que todo mundo que quiser salvar a sua alma deve perdê-la.” Isto parece implicar que, a fim de ser um cristão, deve-se rejeitar ou negar o mundo e retirar-se para Deus.

 Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos, declara o Senhor. Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos e os meus pensamentos mais altos do que os seus pensamentos. (Isaías: 55. 8-9 NVI)

 Então o perigo é que cada um de nós pode tornar-se apenas mais um produto da máquina humanista se apenas valorizarmos o conhecimento racional secular. Pense no famoso quadro de Andy Warhol de latas de sopa de tomate da Campbell alinhados um em cima do outro. Apesar de ser uma imagem de modernidade, o medo da maioria é que nos tornemos como uma dessas latas de sopa. E este é um problema do mundo no presente século: lutar para afirmar o valor do indivíduo contra as forças da conformidade. Mas os cristãos só precisam viver de acordo com os evangelhos. Conforme temos sido instruídos, na ética de Cristo. Entretanto a maioria de nós não pôde sequer imaginar os desafios que enfrentariam hoje por causa disso.

Charles Chaput diz por que isso é assim: Há uma espécie de lógica interna que leva do relativismo à repressão. Isso explica o paradoxo da razão pela qual as sociedades ocidentais de fato pregam a tolerância e o respeito pela alteridade, mas uma vida de acordo com a doutrina cristã soa agressiva. Estes pregadores da tolerância não aceitam que a Igreja não pode tolerar alguns pensamentos e comportamentos, porque eles nos desumanizam e tiram a nossa dignidade. A lição de que todas as verdades são relativas, não pode aceitar que algumas verdades não serão abrangidas por este relativismo. E o que isso significa para o futuro? Charles Chaput diz, “Nós vivemos em uma época em que a Igreja é desafiada a transformar-se em uma comunidade de fé na resistência”. [3]

Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade. (Efésios 4:22-24 NVI)

 A individualidade já foi uma promessa de liberdade pessoal — uma forma de viver a vida nos seus próprios termos. Entretanto, esses termos foram ficando tão específicos que acabamos nos isolando. A ideia de ser Normalmente comum (Normcore) busca uma liberdade proveniente da não-exclusividade. É a libertação em não ser tão especial e o entendimento de que só a adaptabilidade leva ao pertencimento. [4]

Sentimo-nos bastante convencidos de que há algo de especial e único que nos faz quem somos. Mas o que é isso, e como podemos expressá-lo? Quando deixamos de responder a essas perguntas, sentimo-nos desorientados e perdidos no mundo. Sentimo-nos perdidos, por que percebemos que não podemos encontrar nenhuma consolação ou alívio em nossos grupos comunitários, midiáticos e sociais, uma vez que minam a nossa individualidade e nos tornam membros sem rosto de um todo maior, somos apenas mais um na multidão; onde cada indivíduo é deixado a sua própria sorte. Então, novamente, pergunte a si mesmo, quem é você mesmo? De sete bilhões de seres humanos no planeta, o que faz de você uma pessoa única? Quem somos nós realmente como indivíduos? Podemos realmente inventar a nós mesmos? Ou será que estamos em alguns aspectos importantes fundamentados por outras coisas em nossas vidas que não temos nenhum controle?

 Admitir que sabemos alguma coisa faz sentido, mas agir como se soubéssemos o que não sabemos é coisa de impostor. Profeta que é profeta, prova sem alardear. A comunidade percebe por sua vida e pela constância e linearidade de seu comportamento e de suas palavras que ele tem algo a dizer. Assumir ares de pessoa culta porque lemos alguns livros, de médico porque lemos alguns artigos em revistas de consultório médico, de pregador com o dom de cura porque curamos doenças pouco conhecidas que por acaso lemos em algumas bulas, passar por filósofos e teólogos quando lemos alguns resumos é perigoso para quem nos ouve e para nós mesmos. 

Uma coisa é citar alguns livros que realmente conhecemos e mostrar que o assunto nos interessa e outra é posar de doutores. Mas é o que tem acontecido na mídia, rádio e televisão. Há entrevistados e pregadores falando como se soubessem, como se fossem revelados e como se conhecessem do assunto. Melhor seria se admitissem que não conhecem e levassem quem conhece a falar. [5]

 Atualmente, o ideal comum é ser um self-made man, que na prática é um ideal positivo que encoraja as pessoas a trabalhar duro, mas que também pode ser uma opção ruim. Se eu posso, de certo modo, criar a mim mesmo e ter algum sucesso baseado em minhas próprias habilidades, então eu também posso falhar abissalmente com base na minha própria falta de habilidade. E esta sim é a grande verdade escondida no meio desse mar de conexões virtuais, dentro da enxurrada de informações diárias, nesta abundância de pseudo-especialistas sobre tudo: estamos sozinhos no mundo pós-moderno. O que é uma perspectiva assustadora para a maioria no mundo hoje, porque se as coisas correrem bem você poderá levar todo o crédito. Mas se as coisas vão mal, é mais cruel do que nunca, pois significa que não há mais ninguém para culpar e terá que assumir a responsabilidade completa. Não será apenas mais azarado do que outros, simplesmente escolheu mal e errou. Como os mestres do individualismo relutam em admitir qualquer tipo de papel para dar sorte ou azar na vida, a falha torna-se um terrível juízo sobre si mesmo. Este é o peso específico do individualismo na vida moderna.

Nós temos falado sobre o conhecimento, a dúvida, e os valores tradicionais, e que muitos desses problemas se resumem a uma questão fundamental sobre a natureza e o estado de conhecimento, e seu papel na vida humana. Saber o que fazer com o conhecimento que adquiri é importante. Mas a origem deste conhecimento e o quanto ele pode aprimorar a minha existência também é fundamental.

 Esta é uma das questões mais antigas de toda a história humana. De fato, pode-se vê-lo em uma das mais antigas histórias que chegaram até nós, à história da queda, em Gênesis, no Antigo Testamento. O que esta história diz? Somos informados de que os primeiros seres humanos, Adão e Eva, viviam em um maravilhoso jardim que fornecia tudo o que era necessário para satisfazer as suas necessidades. Deus disse que eles podiam desfrutar de tudo o que eles gostavam no jardim, mas não poderiam comer da árvore do conhecimento. Como sabemos, de acordo com a história, Adão e Eva, seduzidos pela serpente, desafiaram essa proibição, comeram da árvore e, assim, ganharam um conhecimento que não tinham. De repente, tudo muda. Eles veem o mundo com olhos diferentes, e pela primeira vez eles percebem que estão nus. Pela primeira vez, eles sentem vergonha. Eles não estão mais em harmonia com o mundo. Em vez de estarem em casa, no jardim, eles estão alienados dele. Deus castiga-os por quebrarem seu comando, envia-os para fora do jardim, para o mundo selvagem, como está escrito. Mas o que esta história está nos dizendo? É o conhecimento em si uma coisa perigosa? Não. Entretanto diz que desobedecer a Deus é que é uma coisa perigosa, loucura eu diria. Deus sabia disso o tempo todo. Por esta razão disse a Adão e Eva para não comerem da árvore. Deus sabia que o conhecimento que afasta o homem do seu criador acaba em vergonha, medo e alienação. E uma vez que os seres humanos têm dado este passo, eles não podem mais voltar, não sem antes aceitar o conhecimento exclusivo de Deus para todo ser humano: Jesus Cristo, O caminho, a Verdade e a Vida.

Em nosso mundo pós-moderno cheio de informações você pode simplesmente guiar as pessoas para o bem ou para o mal. A grande maioria está mais perdida do que encontrada, guiá-las é trazer a luz para elas de alguma maneira. As pessoas descobriram que não sabem nada e qualquer orientação para coisas diárias, que fuja do convencional secular e seja útil, inevitavelmente tem audiência. Buscam-se hoje as pessoas que são autênticas, que legitimam sua existência com uma história personificada e emocionante, porque isso prende nossa atenção mais facilmente do que os fatos. O que significa então guiar pessoas, compartilhar conhecimento? Eu posso estar aqui e compartilhar com vocês um pouco de conhecimento e isso não parece ser um problema. Mas você pode ir para a Internet e encontrar pessoas partilhando conhecimento sobre quase tudo, por exemplo, como construir uma bomba. Esse tipo de conhecimento nos deixa um pouco desconfortáveis? Este tipo de informação deveria ser de livre acesso? O que muda realmente em minha trajetória de vida ao adquirir esta informação? Uma vez que os seres humanos começam nesta estrada para a razão, a ciência e a tecnologia, não há caminho de volta. É uma rua de mão única. Uma vez que as pessoas descobrem como fazer uma arma nuclear, o gênio saiu da garrafa e não pode ser colocado de volta. Ou seja, sabemos que tomar ou induzir outros a certa posição requer um tipo de verdade real que imbrica diretamente na pessoa que somos. Senão para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Infelizmente a maioria prefere a inação, preferem-na a ter que se posicionar eticamente, moralmente. Adquirirem um conhecimento transformador de fato. Esqueceram que o “Caráter é construído por continuamente escolher o melhor ao invés do mais fácil. Caráter impacta destino. Quem você é, mais cedo ou mais tarde, vai mostrar. Você não pode fugir de você mesmo. Mudança começa por dentro.” [6]

Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito. Não sejamos presunçosos, provocando uns aos outros e tendo inveja uns dos outros. (Gálatas 5:22-26 NVI)

Estar conforme o que nos diz as Escrituras não é o que almeja a maioria. Algumas pessoas têm um desejo profundo de ir contra isso e afirmar a sua individualidade em face deste tipo de conformidade. Pensam em todas as maneiras que as pessoas tentam ser diferente de todos e expressar algo único sobre si mesmo. Mas esses gestos também parecem ficar aquém, uma vez que, em um curto espaço de tempo, eles também são copiados por outros, e logo uma tendência começa, e o resultado é sempre mais do mesmo. Assim, muitas pessoas estão fazendo a mesma coisa que acabam por realmente não mudar nada:

 Pelo fato de a jornada ser mais uma experiência do que um destino, a vida cristã exige menos reflexão doutrinária e mais introspecção pessoal. A paixão cega pós-moderna pela jornada se alimenta e desemboca em uma preocupação com nossas próprias histórias. Talvez a geração de meus avós tenha sido um tanto estoica e pouco meditativa, mas minha geração é introspectiva em algum nível entre o ensimesmamento e o narcisismo. Estamos por demais sintonizados com nossas disfunções, feridas e idiossincrasias, a ponto de isso normalmente nos impedir de crescer, pois maturidade é equivalente à hipocrisia em um mundo que valoriza mais a enfermidade do que a saúde. [7]

 Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes. Por sua decisão ele nos gerou pela palavra da verdade, para que sejamos como que os primeiros frutos de tudo o que ele criou. Meus amados irmãos tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus. Portanto, livrem-se de toda impureza moral e da maldade que prevalece, e aceitem humildemente a palavra implantada em vocês, a qual é poderosa para salvá-los. Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos. Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu, mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer. (Tiago 1.17-25 NVI)

 Certifique-se de que sua história faz sentido dentro de seu universo. Pense o que aconteceria se as regras fossem as mesmas, mas a história diferente. O mundo que você constrói é tão importante quanto a sua história, e pode melhorar muito mais. As regras que estabelecemos em nossas histórias de vida são geralmente pedaços retirados de diferentes outras histórias e mitologias de todo o mundo. Tente descobrir qual dará mais sentido a sua vida como um todo e a tudo aquilo que é importante para você. Uma decisão moral tem mais a ver com a interpretação da história da sua vida do que com o exercício da sua vontade. E o mais importante de tudo: sua maneira de crer definirá a sua maneira de viver a sua crença. Lembre-se que uma vez que fomos gerados pela Palavra de Deus, seremos guiados pelo Seu Espírito.

 Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável. Não me expulses da tua presença nem tires de mim o teu Santo Espírito. Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer. (Salmos 51:10-12 NVI)

Agora que vocês purificaram as suas vidas pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos outros e de todo o coração. Pois vocês foram regenerados, não de uma semente perecível, mas imperecível, por meio da palavra de Deus, viva e permanente. (1Pedro 1.23 NVI)

1- Extraído de http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=4019&titulo=Fake_art_e_a_pet_humana
 2- https://oficinadopinduca.wordpress.com/2012/07/15/lance-fora-o-medo/
 3- Extraído de  http://www.kath.net/news/46754 e traduzido pelo autor.
 4- Baseado em khole.net, (K-HOLE é um grupo de previsão de tendências fundado por Greg Fong, Sean Monahan, Emily Segal, Chris Sherron e Dena Yago.) Outubro de 2013, Nova York / São Paulo.
5- Extraído de http://www.padrezezinhoscj.com/wallwp/artigos_padre_zezinho/comportamental/a-era-dos-pseudo-especialistas
 6- Extraído de http://holynation.org/pt/carater-construido-destino/
 7- Extraído de Não quero um pastor bacana: e outras razões para não aderir à igreja emergente, Kevin DeYoung e Ted Kluck, Mundo Cristão, 2011, pág. 39.
Anúncios

Sobre lucaspinduca

I like to think I'm part cultural voyeur mixed with a splash of aspiring behavioral scientist and wannabe motivational christian speaker.
Esse post foi publicado em Cristianismo, Sem categoria e marcado , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s