O mundo não é gay. Ele apenas jaz no maligno.

Porque ainda escrevo sobre este assunto? Além de ser extremamente atual é necessário, pois existe um alerta muito claro na bíblia: os impenitentes morrerão (Lc. 13.1-5). Outra coisa: ou você é praticante dos mandamentos bíblicos segundo ensina os evangelhos, ou você não é um cristão evangélico ortodoxo e corre um sério perigo quanto a sua salvação. Eu consigo entender (não sentir) a dor, frustrações, as razões do indivíduo que professa cristandade e homossexualidade. Só não consigo entender porque é tão difícil para os homossexuais entenderem que o verdadeiro cristianismo, sendo uma religião de salvação, não se orienta pelo desejo do indivíduo ou pelos padrões de moralidade ora vigentes. O cerne do Cristianismo busca salvar o indivíduo e isso inclui de si mesmo quando necessário, e a maneira como fará isso não será agradável ao ser humano algumas vezes porque a vontade a ser satisfeita não será a do ser humano e sim a de Deus. Por isso os homossexuais ao buscarem uma base estável para continuarem seguindo em frente,  conseguem conceber um Cristianismo que vai contra o fato dele regenerar o ser humano, através do Espírito Santo, segundo a forma e vontade de um Deus Criador. Infelizmente não parece ser um Cristianismo genuíno se Deus não for o real motivo da transformação. Logo, como chamar cristão quem não imita o comportamento de Cristo? Que não nega seus desejos e vontades para que uma outra vontade superior governe sua total existência? Como não tentar reverter este erro de interpretação sabendo que está em risco a vida eterna do outro?

Ser cristão é estar pronto para o sacrifício e negação do eu, cujo comportamento revela-se na face do verdadeiro amor cristão que não se conduz de maneira inconveniente, e mais do que isto, se sacrifica pelo outro, deixando-se escravizar por Cristo. Isso é empatia pura ou mais! Ora, quem recebeu uma nova vida em Cristo se uniu a Deus para viver eternamente, e portanto busca o seu Reino e sua justiça. Não a mera procura por realização emocional, intelectual e sexual, ou uma afirmação de comportamento simplesmente baseado em ser feliz. Ou achamos que o Espírito Santo deve ter parte em um relacionamento homossexual ou não o colocamos nesta equação.

Nestes dias em que todas as verdades ditas são consideradas pelo menos relativas, se não meramente pessoais, o problema é verificar a verdade de Deus, sem cair no erro de definir a verdade com base na tradição ou em nosso próprio entendimento daquilo que achamos que ela seja. Alguém já disse:

Em minha jornada de descobertas, acabei me deparando com histórias tristes de pessoas que desejavam colocar fim à própria vida, alguns jejuavam de modo intensivo como método autopunitivo, outros se enclausuravam em si mesmos. Todos tentavam, de uma maneira ou de outra, mortificar suas sexualidades a ponto de causarem rupturas psicológicas e traumas que se tornariam insustentáveis. Eu decidi refletir sobre tudo aquilo, peregrinar mundo afora em busca de respostas, saciar minha curiosidade em relação ao tema. Fazer perguntas, entrar em contato com outras visões, outras filosofias e religiões. [1]

Filósofos, como Platão, Aristóteles, Spinosa e outros, fizeram suas considerações, e cada um falava uma coisa diferente. Juntando tudo o que eles disseram talvez tivéssemos uma boa (e grande) definição de sabedoria. Mas de uma maneira geral podemos pensar em sabedoria como sendo conhecimento, mas também como sendo a capacidade de aplicar corretamente esse conhecimento.
Nas palavras de Champlin, “Ter sabedoria é pensar bem e agir bem em qualquer empreendimento realizado, seja secular ou espiritual”. Quando Paulo diz então que Jesus Cristo é para nós a Sabedoria de Deus, uma das coisas que ele está querendo dizer é que em Jesus Cristo Deus revelou a Sua sabedoria, pois Deus planejou salvar o homem em Jesus Cristo, e teve a capacidade de fazer com que esse seu plano fosse executado.

Sob vários aspectos, podemos dizer que o cristianismo não precisa de uma filosofia pois,  sendo uma religião da salvação, seu interesse maior está na moral, na prática do ensino virtuoso deixado por Jesus, e não em uma teoria sobre a realidade.

Entender que o homem precisa de Deus, e o único caminho de volta para o lar eterno é Jesus Cristo, que é poderoso para salvar e gerar uma nova criatura, uma criatura transformada em todas as suas dimensões: razão, coração, alma, corpo, espírito, emoções e relações, é um passo que deve ser dado por fé[2].

Entretanto a coisa toda com os homossexuais sempre é colocada, principalmente pela mídia, sob um prisma de culpa provocada apenas pelo comportamento e ensino catequético dos evangélicos. Em uma coisa eles estão corretos: segundo George Barna relatou, 45% dos americanos afirmavam ser nascidos de novo, em 2006. Isso correspondia a 130 milhões de pessoas. No entanto, algo parece terrivelmente errado, visto que Barna também observou que somente 9% pareciam levar a sério, em sua vida, o que Jesus disse. Muitos afirmam Jesus como Senhor, mas, se não fazem o que ele diz, isso indica – de acordo com Jesus – que não são verdadeiramente seus seguidores (Lc. 6.46).

Pode ser que pessoas fizeram uma oração de compromisso com o Deus errado e concordaram em seguir algo que não seja Jesus? Talvez elas foram levadas a pensar que podem pegar Jesus e misturá-lo com sua própria maneira de pensar? Pode ser que pessoas foram persuadidas a abraçar uma ilusão que não lhes conta toda a história de Jesus?

Acredito que eles foram enganados por um evangelismo de fazer parecer com e não de identificar-se com. Por isso que o Pragmatismo evangélico é uma desgraça: além de fornecer informações equivocadas que não ajudarão na transformação das pessoas, guia-os a um procedimento de aparências e mudanças externas, de busca psicológica de conforto, não confrontando o caráter humano com o caráter de Cristo.

Os homossexuais ao colocarem sua experiência pessoal com a divindade como mais importante do que qualquer dogma cristão, estão buscando beber no padrão antropocêntrico de comportamento atual uma água benta que elimine e sacie sua sede espiritual. Ora, se eu posso escolher cavar um poço e retirar daí  água para matar minha sede, não estou buscando ser resgatado (lembrando que Jesus Cristo veio buscar e resgatar a humanidade que se afastou, e consequentemente, perdeu-se de Deus), mas busco suprimir minha necessidade de conforto emocional e alívio para a culpa, adâmica ou não, que todos nós carregamos; é somente dessa forma que posso acreditar que uma maneira nova de compreender, uma maneira não cristã de enxergar o mundo e a realidade que me cerca, sem olhar através do evangelho, é mais importante e necessária do que qualquer outro pensamento que me contrarie, e cuja opinião, ensino ou ideia me explique a fé em Deus e fortaleça minha submissão a sua vontade.

Gostaria de dizer aos homossexuais que suas ideias, muito modernas e atuais, nos anos setenta eram alardeadas com sucesso; por exemplo, Marcuse defendia para o futuro que “um mundo melhor é possível”, no qual Eros (a libido) seria libertado conduzindo ao reino da ‘perversidade polimórfica’ onde “cada um pode fazer o que quiser”. E só criaram o germe da defesa da satisfação plena e ilimitada de todos os desejos – levando à atual catástrofe das drogas, da animalização da juventude criada pelos pais daquelas décadas, até ao reconhecimento da “legitimidade” da pedofilia e outras perversões.
Ao persistir no rumo atual, o mundo caminha inexoravelmente para ser um mundo “sem céu ou inferno, todos vivendo apenas para o dia de hoje, sem países e sem causas pelas quais possamos nos sacrificar e sem religião”. Um mundo “sem posses, onde não haverá ambição, nem fome, nem diferenças”. Este mundo é apresentado como um mundo “de paz, harmonia e irmandade entre os homens”, mas é outro ídolo daquela época, Bob Dylan, que já advertia [3]:

(Man of Peace)
I can smell something cooking [Eu posso sentir o cheiro de algo cozinhando]
I can tell there’s going to be a feast [Eu posso dizer que será uma festa]
You know, baby, that sometimes [Você sabe que, às vezes]
Satan comes as a man of peace! [Satanás vem como se fosse um homem de paz.]

Devo dizer que não aprovo de maneira nenhuma um Cristianismo heterodoxo ou um protestantismo pragmático. O que quero dizer com isto? Nem a homofobia e nem o relativismo moral cristão são soluções para o problema dos cristãos gays. Fique esclarecido também que a conversão cristã, a crença na salvação, passa pelas mãos de um salvador. Logo, não funciona se eu não desejar ser salvo; isto fica claro quando manifesto fé em Jesus Cristo. Uma vez que desejo ser salvo e acredito na plena capacidade do meu salvador, me deixo guiar por suas diretrizes. O cristianismo ortodoxo diz que é a partir daí que sou ensinado e transformado em um cristão verdadeiro, passo a ter uma vida nova não apenas em práticas mas também em compreensão do mundo.  Entendendo homossexualidade como um desvio comportamental, uma interpretação/entendimento errado de quem sou e quem me criou (se é cristão acredita que um criador o fez com propósitos definidos) porque em algum momento da minha formação pessoal sofri danos, passei por equívocos e mantive determinados estigmas, ou fui influenciado direta ou indiretamente, moralmente e espiritualmente a crer que minha maneira de ‘ver’ o mundo é correta quando auto afirmativa o suficiente para realizar minha exclusiva vontade. Tudo isso pode ser extremamente estressante e angustiante sim, mas querer permanecer debaixo do argumento de não aceitação e exigindo mudança do arcabouço moral cristão, dizendo que não amamos devidamente como Jesus amou, é não perceber que exigir mudança moral por não desejar mudar de comportamento é rebeldia contra o padrão estabelecido por uma divindade que não muda. Podemos contextualizar, podemos concordar, relativizar e até  exigir adequação também, mas se estas atitudes corrompem o evangelho de Cristo dando um enfoque humanista e centralizado no desejo humano de satisfação, e imposição das vontades humanas, o “eu quero e acho bom e muito adequado para viver aqui e pra sempre”, isso jamais vai resolver a questão.

Sobre os gays sofrerem a influência dos demônios, que alguns dirão que não existem porque hoje seu comportamento maligno e ações foram diluídos  em uma “infantil” noite de halloween, digo que eles seguem o seu mestre na arte do engano e da mentira, e continuam agindo ardilosamente, jogando o ser humano contra as ordens divinas, assim como Lúcifer fez lá no Éden, o que só produziu sofrimento e caos para quem acreditou nele. É amigo leitor, o mundo não é gay. Ele apenas jaz no maligno.

E talvez seja por isso que ainda me preocupo. Porque ainda hoje existe a tentação de deixarmos Jesus Cristo de fora da Igreja, e há quem já esteja praticando homilias, escrevendo teses, livros, fazendo programas de televisão, produzindo na internet, fazendo história e seguindo esta maneira errada de ser cristão. Por isso precisamos ressuscitar a ênfase cristocêntrica de Lutero: O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo evangelho da glória e da graça de Deus. Precisamos agir dessa maneira ou teremos que ver a igreja ‘cristã’ tornar-se efetivamente igual a de Laodicéia, sem a presença de Cristo (Ap. 3.20). O que é uma vergonha para o evangelho e ruína para a Igreja. E um incentivo errado aos pecadores de plantão.

1-http://obviousmag.org/the_notebook/2016/a-jornada-de-descobrir-se-gay-em-um-meio-evangelico
2-https://oficinadopinduca.wordpress.com/2012/08/29/filosofando-a-fe/
3-http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/10935-contracultura-e-antijudaismo
Anúncios

Sobre lucaspinduca

I like to think I'm part cultural voyeur mixed with a splash of aspiring behavioral scientist and wannabe motivational christian speaker.
Esse post foi publicado em comportamento, Cristianismo, Sem categoria, Vida Cristã e marcado , , , , , . Guardar link permanente.

4 respostas para O mundo não é gay. Ele apenas jaz no maligno.

  1. ellycchii disse:

    Não sei nem porque parei para ler… Mas gostaria de saber se mais alguém fez o mesmo que eu, seria legal saber que não sou o único idiota no mundo a olhar um título, pensar em debater, e – após ler o texto – decidir que um debate com ‘certos tipos de pessoas’ não seria nada interessante.

    • lucaspinduca disse:

      Sim. Mais pessoas além de vc leram. Eu baseio o meu argumento no ensino bíblico cristão ortodoxo. O que não gosta ou concorda nele?

      • ellycchii disse:

        Ortodoxo é uma palavra feia, útil, mas feia. Acho muito plausivel alguém basear seu argumento em um ensino imposto por determinada religião, que é imposta por determinado livro (eu também vivo criticando Crepúsculo, já que baseio meu argumento em detalhes mostrado na lenda original dos vampiros – eles não brilham ao sol, eles queimam). Eu concordo plenamente com você quando diz que o mundo não é gay, mas discordo por quilometros que o mundo não jaz no maligno. Por algum motivo, a maneira como algumas pessoas vê certos ensinamentos biblicos desconstitui em diversos aspectos a maneira como muitos veem a propria biblia, ou o próprio Criador, um bom exemplo disso, é a segunda frase do título do seu post: “Ele apenas jaz no maligno”, como se a existência de Tudo fosse apenas um teste divino para “separar o trigo do joio”, um deus que testa sua criação não está muito longe de um homem normal, ou de um deus tirano. Ele não criou o universo e a humanidade para que pessoas como eu e você passassem a dispersãr uma opinião que consiste apenas em “esta criação reside no mal”. Sem contar que, a então figura história – Cristo – nunca se aproximou de um ser humano para dizer que sua sexualidade é algo abominável. “Ame uns aos outros como a ti mesmo”, é o que fazemos não? Pelo menos a boa parte que cuida principalmente da própria fé do que das ações alheias. Agora eu que te pergunto: o que leva a homossexualidade a ser um sinonimo de algo ruim para a religião, se não no contexto já passado pela sua própria geração?

  2. lucaspinduca disse:

    “o que leva a homossexualidade a ser um sinônimo de algo ruim para a religião, senão no contexto já passado pela sua própria geração?”

    Primeiro não sou religioso no sentido clássico de religare. Entendo que a religião como ponte feita por humanos para atingir um propósito de transcendência metafísica através do bem estar particular é uma mentira porque faz aparecer mais claramente, e apenas, o humanum. Mas dentro do Cristianismo o supremo bem é o próprio Deus. Sendo bem e amor, Ele é a raiz ontológica última do ser humano, entregues naturalmente a sua condição de liberdade. O mal que o homem pratica não destrói sua ontologia, mas bloqueia-lhe um agir comunal com Deus. E o ser humano foi criado para se relacionar com Deus. Logo uma recuperação dessa base ontológica do bem no ser humano traz alguma luz para a ética nesse momento atual que nos leva a descrer radicalmente do ser humano pelas barbáries que ele causou e continua a causar. Afinal, A cultura pós-moderna anunciou a morte do sujeito. Os ataques da antropologia, da sociologia, da psicanálise desfizeram o sujeito. Só há sujeito onde há liberdade. Mas quem age em mim? O id? O superego? O ego? As condições sociais? O grupo cultural em que vivo? Sem sujeito não há ética. bem, nós cristão acreditamos piamente que não vivemos, mas Cristo vive em nós através do Seu Espírito Santo e da conformidade gerada em nosso ser. Para que isso aconteça a nossa fé deve ser obediente e prática, nosso comportamento adequado ao ideal divino professado. Não há espaço para minhas especulações e achismos; Deus e sua vontade são o padrão virtuoso a ser seguido ainda que com dificuldades.
    Respondendo a sua pergunta, a homossexualidade não é ruim para a religião, pois é quanto a ética cristã que a religião e a homossexualidade funcionam iguais: podem ser um comportamento usado para tentarmos nos esconder de Deus ou “distraí-lo”. Pois há algo sobre ritmos e rituais, formalidades e funções que nos enganam de tal maneira que pensamos que Deus está enganado sobre nós. Nós pensamos: “Talvez se eu levantar minhas mãos bem alto domingo de manhã, eu vou distrair Deus do que aconteceu quinta-feira à noite.” E mesmo que raramente falamos esses pensamentos em voz alta, sabemos como a tentação funciona. Lembrando ainda que Deus não se prende ao exterior, Ele sonda o interior do homem, sua essência, por isso conhece o seu coração.
    Todo homossexual vive uma ética do particular, do provisório, do relativismo subjetivo que não resiste à arbitrariedade, porque não se submete a nenhuma “norma objetiva” maior que o próprio indivíduo. Não cumpre a função reguladora da ética para o indivíduo e para a sociedade. A tradição bíblico cristã tem aguda consciência de que sua mensagem é duplamente universal: conteúdo e destino; mandamento e vida com Deus pra sempre. A ética cristã é a própria verdade de Deus para o homem. Enquanto uma verdade participa de Deus, ela é universal e definitiva porque Deus nunca mudou. Ele não desfez a criação original de macho para fêmea e fêmea para macho. você pode até aceitar, desejar e proclamar isso como a nova verdade, baseando-se em uma mudança dos novos tempos, no ideal moderno de relativismo ético onde cada qual segue o seu padrão pessoal e tenta imputar ao outro a sua “verdade”, mas não encontrará registro de uma única declaração de Jesus dizendo ao homem que inverta o seu padrão. Mas o que muda e tem se modificado com o passar dos tempos é a interpretação da verdade divina. Onde, por exemplo, a felicidade moderna da auto realização (e o homossexual vive esta busca em todos os níveis), busca de satisfação e prazer, não coaduna com a norma ética cristã, que é traçada a partir de atos objetivos, atos que afirmam a cidadania do pobre no Reino de Deus, isto é, no projeto histórico de Deus, apontando o caminho ético do consolo aos aflitos, dos mansos, dos que têm fome e sede de justiça, dos misericordiosos, dos puros de coração, dos que promovem a paz, dos perseguidos por causa da justiça. Radicaliza a ética da justiça, do não matar, do não odiar, do não cometer adultério, do não cobiçar, do não jurar, do não vingar-se, do amor ao inimigo. E, finalizando, a razão última do agir cristão é: sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito e a unidade dos dois amores a Deus e ao irmão (1 Jo 4, 21). Ora, a perfeição humana só existe transcendentalmente quando correspondemos a expectativa daquele que nos criou. Quando aliamos nossa existência aquilo que nos é proposto por Deus e cumprimos isto. Quando permanecemos em Deus e Ele em nós. Nunca é o que meu desejo quer, ou a comunidade, ou a igreja instituição quer. Mas o que Deus planejou e cuida para que aconteça conforme está nas Escrituras. Aquele que ama a Deus, (isso serve para quem é homossexual ou não), cumpra o seu mandamento.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s